Trabalhamos com empresas que já têm sistema, já têm dado registrado e já têm alguém
gastando o dia em tarefa repetitiva para que a operação funcione. É nesse ponto que
entramos.
O que nos separa não é a escolha do modelo de linguagem — essa é a decisão mais fácil
do projeto. É saber
onde a IA paga a própria conta, fazer
ela conversar com o ERP que a empresa usa há quinze anos, e entregar isso num ambiente
onde informação confidencial não vaza e cada ação deixa rastro.
Boa parte da nossa experiência recente vem de operar IA em produção dentro de um setor
regulado e sigiloso, com usuários reais e custo real acompanhado mês a mês. Não é o
mesmo que fazer prova de conceito.